Verri participa de ato em defesa da educação em Curitiba

Diversos núcleos de educadores do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP Sindicato), juntamente com servidores públicos, autoridades públicas, estudantes e comunidade escolar participaram do ato público simbolizando o fim do governo Beto Richa (PSDB), em Curitiba, no último sábado (7).

A APP cobrou durante o ato, a valorização dos trabalhadores e das políticas de investimento para uma educação pública de qualidade. A mobilização abriu espaço para o resgaste das lembranças de um período violento, liderado por Beto Richa, e marcado pelo desrespeito às leis, ataques contra servidores públicos, descaso com a educação, além de todo um processo comparado e igualado aos períodos históricos mais violentos do Estado.

O fim do governo aconteceu, porque Richa renunciou ao cargo para concorrer uma vaga no Senado Federal do Brasil. A mobilização, agora, cobra da atual governadora Cida Borghetti (PP) respeito ao Estado Democrático de Direito, retirada de faltas ilegais, pagamento da data-base, além de requerer o atendimento da pauta da APP o mais rápido possível. O atual presidente do Sindicato, professor Hermes Leão pontua as necessidades “é preciso valorização dos trabalhadores e das políticas de investimento para uma educação pública de qualidade”.

Richa, também é declarado como principal inimigo do Estado do Paraná. Para comprovar Enio Verri (PT) relembrou a última traição do ex-governador, quando foi revelado por meio da Operação Integração um superfaturamento de 400% no pedágio das estradas estaduais. “Enquanto em outro estado o custo da tarifa média por quilômetro, é de R$ 0,04, a empresa que atua no governo Richa, cujo contratado foi reiteradamente renovado, cobra R$ 0,13. Um governo que age deliberadamente para lesar a população” observa Verri.

A APP- Sindicato aponta que o respeito aos movimentos sindicais sociais deve existir e espera que o Estado do Paraná aprenda isso. Infelizmente no fim do ato público, os educadores quando tentavam deixar cruzes simbólicas em frente ao Palácio Iguaçu foram repreendidos pela polícia.