UEM é a 22º melhor universidade do Brasil, aponta ranking da Folha

Publicado em 9 de setembro de 2013

O Diário do Norte do Paraná

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) está entre as 25 melhores instituições de ensino superior do Brasil, segundo o Ranking Universitário Folha (RUF) 2013, divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo nesta segunda-feira (9). A radiografia regionalizada do ensino superior no país classifica as 192 instituições reconhecidas como universidades pelo Ministério da Educação (MEC).

No Ranking Geral de Universidades, a UEM figura em 22º lugar, uma colocação à frente da Universidade Estadual de Londrina (UEL), que está em 23º. A melhor paranaense é a Universidade Federal do Paraná (UFPR), que está em 9º.

As três melhores universidades no geral são a Universidade de São Paulo (USP), em primeiro, seguida da Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Federal de Minas Gerais (UFMG).

O levantamento se baseia em rankings que medem pesquisa, internacionalização, inovação, ensino e mercado, que geram uma nota total. A melhor colocação da UEM é em inovação, com a14ª colocação. Ensino vem em seguida, com o 17º, seguido pelo 22º lugar em pesquisa, 47º em internacionalização, e 57º em mercado, com notal total de 80,93.

A UEL tem como melhor colocação o ranking de ensino (20º lugar), seguido por inovação (24º), mercado e pesquisa (ambos em 33º) e internacionalização (44º), o que leva a instituição a ter 79,29 pontos no geral.

Ranking

Neste ano, o ranking considera, no quesito Pesquisa, 40 pontos que consideram sete subindicadores: trabalhos científicos publicados pela instituição (sete pontos), citações desses trabalhos em outras pesquisas (sete pontos), proporção de citações por publicação (dois pontos), publicações por docente (sete pontos), publicações em revistas científicas nacionais (seis pontos) e recursos captados nas agências de fomento (quatro pontos).

A Internacionalização conta seis pontos, em três subindicadores: citações de trabalhos da instituição em publicações internacionais (dois pontos), publicações da universidade em coautoria internacional (dois pontos) e outros dois em docentes estrangeiros em relação ao corpo docente total.

Já em Inovação, são quatro pontos a respeito de pedidos de patentes de 2002 a 2011.

Em Ensino, são 32 pontos e quatro subindicadores ¿ pesquisa Datafolha com 464 professores que avaliam os cursos de graduação para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)-MEC (22 pontos), professores com doutorado (dados MEC) ¿ quatro pontos, professores com dedicação integral (dados MEC) ¿ quatro pontos, e nota do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), dois pontos.

Por fim, 18 pontos são para inserção no mercado de trabalho, segundo pesquisa Datafolha com 1.681 responsáveis pela área de recursos humanos de empresas.

Repercussão

Em nota, o reitor Júlio Santiago Prates Filho diz que a 22ª colocação geral da UEM “vem num momento oportuno. Temos que comemorar, mas sem ufanismo, sabedores de que existe muito a ser feito”. Para o reitor, a UEM vem confirmando a sua vocação regional, mostrando, ao mesmo tempo, uma grande inserção nacional e internacional.

Ainda segundo Prates Filho, a boa colocação da UEM no ensino (17ª do Brasil) e na Inovação (14ª), por exemplo, mostra a força da Universidade Estadual de Maringá, que coloca, a serviço da população, os seus melhores talentos. De acordo com o reitor, a boa posição geral da UEM no ranking da Folha também vem afirmar e confirmar a UEM como uma instituição de excelência no sistema de ensino superior do Paraná. Prates Filho atribui a colocação da UEM ao trabalho e dedicação de professores, alunos e agentes universitários.

Cursos

No ranking de cursos, em que foram avaliadas as 30 carreiras com maior número de matriculados com base em três indicadores de qualidade de ensino, porém, a UEM não tem graduações que figuram entre as dez melhores do Ranking Folha.

Na região, são apenas três da UEL entre as dez melhores instituições de cada área: Educação Física (é o 7º melhor, com 58 doutores, nota 36 no Enade-, e 5 na avaliação do MEC), Medicina (em 9º de dez cursos, com 61 doutores, 5 no Enade e 3 no MEC) e Arquitetura e Urbanismo (em 10º, com 26 doutores, nota 13 no Enade e 5 na avaliação do MEC).

Os indicadores e pesos são: 20 pontos para a porcentagem de professores com doutorado, cinco pontos para a nota do curso no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), e opinião dos avaliadores do Inep – MEC.

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