Enio Verri acompanha retorno de Lula ao Paraná e reforça mobilização popular

Publicado em 21 de março de 2022

Em Curitiba, o ex-presidente Lula formalizou a filiação de Requião ao PT. Já em Londrina, no assentamento do MST, Lula chamou o povo à luta pelo resgate da soberania brasileira

Em clima de comemoração, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva retornou ao Paraná na última sexta-feira (19) e sábado (20), sendo recebido por milhares de apoiadores e militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), como o deputado federal Enio Verri. Inclusive, o parlamentar acompanhou Lula durante a assinatura da ficha de filiação ao PT do ex-governador Requião, em Curitiba, e também na visita ao Assentamento e Agroindústria Eli Vive, em Londrina. Nos dois locais, Lula convocou o povo à mobilização nacional pelo resgaste da democracia e da soberania brasileira e reforçou a importância da união popular nas eleições deste ano, em 02 de outubro.

Em seus discursos, Lula agradeceu o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pela organização da Vigília Lula Livre, declarou que sozinho não consegue ir muito longe e pediu o apoio da população para conseguir vencer, pois a luta não será fácil.

“Um país soberano cuida do povo, cuida da educação, da saúde. Um governo soberano é aquele que cuida do seu povo em primeiro lugar”, diz Lula. Ele lembra que no governo atual 19 milhões de brasileiros passam fome e que 116 milhões vivem em situação de insegurança alimentar.

No assentamento em Londrina, Enio Verri também defendeu os mesmos ideais de Lula.

“É preciso fazer justiça social, como o MST faz. Eles doam toneladas de alimentos aos necessitados. No sábado (20), foram repassados 70 mil kg para famílias paranaenses. Por isso a necessidade de nos mobilizarmos. Unidos conseguiremos ir mais longe para resolver os problemas, principalmente os sociais”, destaca o deputado federal.

Fundador e líder do MST, João Pedro Stedile também tomou a palavra para conclamar a população a se mobilizar. Após ressaltar que o verdadeiro objetivo da reforma agrária “é produzir alimentos saudáveis para todo mundo” e defender a criação de uma Plano Nacional de Agroecologia, o economista frisou que a hora é de lutar, não de esperar.

“Sem o povo se mobilizar, não vamos resolver os problemas. Portanto, o povo, para combater a fome, para resolver as áreas indígenas, não pode esperar até janeiro. A nossa resposta não pode ser para o povo ‘espera o Lula’. Nossa resposta tem que ser ‘organizem-se’”, defendeu, antes de incentivar a todos a criarem seus Comitês Populares de Luta.

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